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Conexão
Brasil
junho
de 2007
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Sannyas
é para leões
Querido Osho,
O que dizer a respeito daqueles que
tomam sannyas em Puna para depois abandoná-lo quando
retornam ao ambiente de casa?
“Anand Lionel, eles são uns bundões. E eles são
uns bundões, não porque abandonaram o sannyas, mas porque
o tomaram. A idéia deles é de que tomando sannyas aqui,
iriam ganhar algo, e depois, quando voltassem para casa,
poderiam abandoná-lo.
Mas, se
já existe esta idéia desde o início de que ‘eu vou
abandoná-lo quando voltar para casa’, o sannyas não será
uma bênção para você. Ele não pode ser uma bênção
para uma mente com tamanha esperteza. Você se tornará um
sannyasin, mas ainda assim, não terá se tornado um
sannyasin.
Eu sei
que existem pessoas, pelo menos dez por cento delas... Eu
sei imediatamente quando elas vêm para tomar o sannyas –
os olhos delas dizem, a vibração delas diz, todo o ser
delas fede a esperteza. Mas eu respeito as pessoas, e não
posso lhes dizer não. E eu penso, qual será o dano?
Deixe-as brincar o jogo de ser um sannyasin. E quem sabe?
Algumas vezes, as pessoas são pegas também. No começo,
quando elas tomam sannyas, elas apenas querem ver do que se
trata. Mas sem perceber, elas podem ser pegas no sannyas,
podem ser apanhadas.
Estando
aqui como sannyasins por três ou quatro meses, elas podem
achar que é quase impossível abandonar o sannyas quando
voltar para casa. Mas mesmo que elas o abandonem, isso é
assunto delas. Elas estão sendo estúpidas. Elas estão
tentando ter intimidade comigo, porque essa intimidade pode
transformá-las, pode lhes dar um novo nascimento. Mas a
intimidade só é possível se não existir um muro de
esperteza entre você e eu. E o muro existe.
Eu lhes dou sannyas, vendo o
muro, a Grande Muralha da China, entre mim e elas. Eu sei
que elas não estão entrando verdadeiramente naquilo. Elas
estão apenas sendo espertas. Elas não são espertas,
apenas estão sendo espertas, porque uma pessoa realmente
esperta não irá enganar a si mesma. E existem coisas pelas
quais você pode ser imensamente beneficiado, mas apenas
quando você não fica jogando.
Por
exemplo, o amor pode ser uma força transformadora em sua
vida. Mas se você estiver apenas representando um papel,
ele não irá enriquecê-lo. Na verdade, ao contrário, ele
poderá empobrecê-lo ainda mais. Se você ama uma mulher ou
um homem, sem realmente amar, apenas fingindo, então você
estará aprendendo algo – que o amor é fútil. Toda a sua
vida pode se tornar envenenada. Toda vez que você ama,
aquela esperteza estará ali, ela estará circulando em seu
sangue, em seu ser. E você saberá desde o começo que tudo
aquilo é um jogo. Você nunca se tornará íntimo de
qualquer pessoa – e a intimidade é uma revelação. O
sannyas é a intimidade suprema. Você não pode ser
esperto. E se você for, estará enganando apenas a si
mesmo.
Mas por
que, Anand Lionel, esta questão surgiu em você? Você
tomou sannyas há apenas alguns dias. A questão devia estar
à espreita em algum lugar de seu inconsciente. Esta é uma
questão sua, esta pode ser a sua idéia, e
talvez você não esteja muito consciente dela. Você pode
estar pensando que está formulando uma pergunta que diz
respeito aos outros, mas os outros poderiam fazer suas próprias
perguntas, você não precisa se preocupar com eles. Quem é
você para estar preocupado com eles? Você já não tem as
suas próprias preocupações? Mas esta questão devia estar
ali em algum lugar no fundo do seu inconsciente, esta deve
ser a sua estratégia. E eu ainda repito, você
pode não estar consciente dela, mas o inconsciente estourou
através desta questão.
Mas
isto não é uma exceção. O mundo está cheio de bundões,
por isto, se uns poucos bundões arrumarem um jeito de virem
aqui, não será surpresa. É natural. Eu reservo dez por
cento de margem para eles, dez por cento de pessoas
provavelmente serão enganadoras. Na verdade, é um milagre
que seja apenas dez por cento.
As
pessoas têm esquecido a linguagem do compromisso, do
envolvimento. As pessoas não conhecem as belezas do
compromisso, elas não conhecem as alegrias da dedicação.
Elas não sabem o que significa estar completamente dedicado
a alguma coisa. Estar completamente dedicado a alguma coisa
significa dar nascimento a uma alma em você. Isso integra
você, dá a você uma coluna vertebral. De outra forma,
pessoas que nunca tiveram qualquer experiência de
compromisso – no amor, na confiança – elas vivem uma
vida sem uma coluna, elas são invertebradas, fracas, elas são
uma confusão, uma sujeira. Elas não são realmente seres
humanos, ainda não alcançaram a dignidade de ser um homem.
Ser um
homem significa ser comprometido, estar envolvido, estar
pronto para ir até o extremo de alguma experiência. Se
isto atrai você, se isto convence você, se isto converte
você, então você tem que estar pronto para ir onde quer
que isto o leve – até o desconhecido, até onde não há
mapas. Sim, existem muitos medos, e existem muitos problemas
a serem encarados e muitos desafios a serem aceitos, mas é
assim que a pessoa cresce, é assim que ela amadurece.
Milhões de pessoas no mundo permanecem imaturas, infantis,
pela simples razão que elas não sabem como se comprometer. Elas
permanecem sem raiz. E sempre que uma árvore fica sem raiz, você
pode deduzir o que lhe vai acontecer. Pouco a pouco, toda a
energia irá desaparecer da árvore, porque ela já não está
conectada a qualquer fonte de energia. A seiva não irá mais
fluir nela, todo o seu verde será perdido, ela não ficará mais
jovem e viva. Ela perderá o seu lustre, a sua grandeza, o seu
brilho; ela perderá toda a sua luminosidade e não irá
desabrochar. Primaveras virão e irão, mas ela permanecerá ali,
morta e seca.
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Isto é
o que acontece a milhões de pessoas. Elas perderam seus solos.
Através do sannyas, eu estou tentando lhes dar um solo que pode
nutri-lo, de modo que a seiva possa começar novamente a fluir em
seu sistema, de modo que a energia flua em você, e você se torne
energético novamente, seja jovem novamente, cheio de juventude e
frescor.
O homem perdeu uma qualidade, a do zesto (NT:
entusiasmo, prazer e vivacidade). Sem isto, o que é a vida? Será
apenas uma espera pela morte? Ela não poderá ser outra coisa.
Somente com o zesto você vive, caso contrário, você vegeta.
Sannyas não é renúncia,
é uma maneira de viver a vida em sua totalidade e intensidade.
É a arte de viver a vida em todas as suas dimensões, é a
maneira de viver a vida com toda a sua riqueza. Esta não é a
velha idéia de sannyas. Eu não estou criando monges e freiras
– não, em absoluto. Eu estou criando pessoas vivas,
vibrantes, pulsantes, cheias de zesto, jovens e cheias de
frescor, prontas para seguirem qualquer aventura em busca da
verdade, em busca do amor, em busca de Deus.
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Osho Zen Tarot - Celebration
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Como você pode
abandonar o sannyas? É por isto que eu digo que eles são uns
bundões, não porque eles abandonaram o sannyas. Eles são uns
bundões porque o tomaram. Eles não compreendem o que estão
fazendo. Eles não têm consciência de onde estão se movendo.
Eles não são conscientes, eles são apenas sonâmbulos, robôs,
zumbis. Quando eles vêem que tantas pessoas se tornaram
sannyasins, a psicologia de massa deles, a mente da multidão
deles, a mente de cordeiro deles, imediatamente lhe dá a idéia,
‘então, eu também tenho que me tornar um sannyasin.’
Por que? Por que se
preocupar com sannyas, se isto não é uma decisão que surge no
centro mais interno de seu ser? A não ser que eu tenha tocado
um acorde no seu coração, a não ser que uma música tenha
acontecido em você através de mim, por que se procupar com o
sannyas?
Mas eles não estão
tomando o sannyas comigo, eles estão tomando o sannyas com você,
com outros sannyasins. Vendo tantas pessoas usando a cor
laranja, todas elas felizes e alegres, eles sentem inveja. Eles
se tornam, competitivos e começam a pensar que estão perdendo
alguma coisa. Um sonho surge neles: ‘eu também devo conhecer
o que é esse sannyas.’ Certamente eles sabem que não serão
capazes de seguir todo o caminho do sannyas, mas eles dizem,
eles argumentam internamente, ‘Pelo menos, enquanto estiver
aqui, porque não ser um sannyasin e ter um gostinho disso? E
quando voltar para casa, simplesmente me esqueço de tudo isto,
assim ninguém ficará sabendo e poderei voltar novamente à
velha rotina.’
É assim que a mente
de massa funciona. E o sannyas não é para a mente de massa, não
é para a mente de cordeiro. O sannyas é para leões.
E eu estou realmente
surpreso, Anand Lionel... Parece que eu lhe dei o nome errado.
Um leão formulando tal pergunta? Essa pergunta surge de uma
mente muito covarde. Essa questão surge de uma mente muito
esperta. E ainda assim eu repito, você pode não estar
consciente disso – mas isto é ainda mais perigoso. Se você
estiver consciente, algo pode ser feito.
É por isto que eu
estou respondendo, para fazê-lo consciente disso. Este é um
dos processos de transformação da vida: se você se torna
consciente de alguma coisa você pode se livrar dela muito
facilmente. Se você não estiver consciente, não há
possibilidade de se livrar daquilo.
Assim, algumas vezes
eu tenho mesmo que ser duro com vocês, eu tenho que ser
realmente cruel, porque arrancar a verdade de seu inconsciente não
é uma tarefa fácil. É uma cirurgia, e dói. E a cirurgia que
eu faço, é sem anestesia, porque o inconsciente tem que se
tornar consciente. Assim, enquanto eu estou falando para vocês
e trazendo algumas verdades inconscientes para a sua consciência,
você não pode ser levado ao sono. Se você dormir, o
inconsciente nunca se tornará consciente.
Assim, esta cirurgia
psicológica tem que ser feita sem qualquer anestesia. A dor tem
que ser aceita. E aqueles que compreendem, lhes dão as boas
vindas. E não apenas lhes dão as boas vindas, eles se sentem
agradecidos por eu ter trazido para a parte consciente de sua
mente alguma coisa que estava espreitando no fundo da escuridão.
Agora ela pode ser deixada de lado.
Este é um milagre
da consciência. Qualquer coisa que se torna consciente pode ser
deixada de lado facilmente. Este é todo o segredo da psicanálise
e de todas as outras psicoterapias que evoluíram a partir da
psicanálise: trazer coisas do inconsciente para o consciente.
Esta é toda a função do psicanalista. Uma vez que elas venham
para a consciência, você por si mesmo é capaz de abandoná-las,
pois quem vai querer carregar coisas feias quando se tem consciência
de que elas estão ali? Mas coisas feias podem ser carregadas
juntas por vidas, se você não estiver consciente.
E lembre-se, a própria
consciência quer livrar-se de muitas coisas, mas você não lhe
permite ter uma conversa com você. Então ela tem que encontrar
maneiras indiretas. Por exemplo, num sonho ela pode comunicar
alguma coisa a você, mas pela manhã você tende a esquecer.
São poucas as
pessoas que se lembram de seus sonhos. Por que? É uma experiência
cheia de cores e por toda a noite você fica sonhando. Das oito
horas de sono, pelo menos seis você passa sonhando. E eu estou
falando de pessoas normais, que não existem. E o que dizer das
anormais? Elas podem arrumar um jeito de sonhar dezesseis horas
em oito horas de sono. Elas podem sonhar muitos sonhos juntos,
um sonho se sobrepondo a outro, um sonho dentro de outro sonho.
Elas podem ter tais sonhos. Por exemplo, você pode sonhar que
está indo a um cinema e no filme você vê a si mesmo na tela
indo dormir, cair no sono e sonhar que está indo a um cinema.
Isso pode continuar com sonhos dentro de sonhos dentro de
sonhos.
Eu não estou
falando de pessoas anormais. Mesmo as pessoas muito normais
sonham seis horas por noite. Na verdade, esta é a maior
atividade que você tem. Nenhuma outra atividade você faz por
seis horas diariamente. Seis horas continuamente sonhando. E
pela manhã, tudo é esquecido. Ou, por poucos segundos, você
se lembra de algumas coisas, de alguns fragmentos. E logo depois
você tem o seu chá na cama e tudo desaparece.
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O inconsciente tenta arduamente, por seis horas todas as
noites, relatar-lhe o que você está fazendo com a sua vida.
Mas você não escuta. Ele tenta de outras maneiras também.
Por exemplo, esta
pergunta é um esforço do inconsciente para dizer a você
alguma coisa que está ali, como uma semente. O inconsciente
sempre quer comunicar com o consciente. Por que? Porque o
inconscente está muito sobrecarregado, muito pesado, ele quer
descarregar. E como ele pode descarregar? Só existe um jeito,
entrando em contato com o consciente.
Daí, Freud
desenvolveu a técnica da livre associação. Ele teve que
inventar o divã, porque se o paciente estiver sentado, é difícil
se conectar com o inconsciente. A nossa maneira habitual de
conectar com o inconsciente é nos deitando na cama, o que se
tornou um hábito permanente, temos que estar no horizontal. O
divã freudiano é significativo, ele ajuda o seu inconsciente a
entrar em relação com o consciente.
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Osho Zen Tarot - Inner Voice
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E Freud costumava desaparecer atrás do divã, atrás de
uma cortina, porque se alguém estiver presente, o inconsciente
pode se sentir tímido e envergonhado, e o consciente pode
distorcer e censurar. Assim, ele costumava se esconder atrás de
uma tela. O paciente deitava no divã e relaxava enquanto Freud
dizia: ‘Simplesmente comece a dizer qualquer coisa que vier à
sua mente. Não elabore, não corrija, não tente fazer as coisas
ficarem mais bonitas, sofisticadas, lógicas, significantes.
Simplesmente deixe-as ser como são. Simplesmente deixe que elas
saiam do jeito que são.’
As primeiras sessões
não são significantes. Mas pouco a pouco o paciente vai
relaxando e começa a livre associação e o inconsciente faz sua
descarga.
Os psicanalistas nada
fazem, além disso. Eles simplesmente ajudam você a descarregar o
inconsciente. Isto faz com que coisas que tinham permanecido
inconscientes por muito tempo, venham à consciência. E
justamente nesse processo, as coisas começam a mudar. Um ou dois
anos de psicanálise e a pessoa terá mudado enormemente, será
uma pessoa totalmente diferente, mais relaxada, mais tranqüila. O
que aconteceu? Pois o psicanalista nada fez, nenhum medicamento
foi dado e nenhum tratamento psiquiátrico foi dado.
De fato, o verdadeiro
psicanalista nem mesmo comenta, porque comentários podem se
tornar perturbações. Ele simplesmente escuta, ele é apenas
ouvido, e nada mais. Ele é um ouvinte silencioso e passivo, assim
você pode descarregar totalmente, sem qualquer interferência.
O inconsciente tem sua
própria linguagem. Ele fala por metáforas, ele usa imagens. A
sua linguagem não é conceitual, a sua linguagem é pictórica. A
sua linguagem é totalmente diferente daquela que você conhece.
Agora, esta é uma
maneira do insconsciente. O Lionel está perguntando como se fosse
uma questão de outras pessoas. Não é.
Eu ouvi: Um amigo veio visitar um casal.
O pai estava muito orgulhoso de seu filho, uma garotinha de um ano
e meio. Ele estava se vangloriando tanto de seu bebê que o amigo
ficou interessado e quis ver a criança. O pai chamou a criança e
começou a discorrer sobre sua inteligência e genialidade. E aí
o bebê disse, ‘Mãe...’ O pai ficou radiante e disse ao
amigo, ‘Viu, ela já falou metade da frase!’
Entendeu?
Agora, você entendeu. Levou algum tempo. A criancinha
estava simplesmente dizendo ‘Mãe’, mas o pai tinha suas próprias
idéias, ele estava interpretando do seu jeito.
Deixe de lado as
interpretações. Pelo menos comigo, esteja completamente nu. Por
que você não pode formular a pergunta: ‘Osho, se eu voltar e
abandonar o sannyas, depois...’ Teria sido tão bonito, tão
sincero. Mas você teve que modificar.
Você pergunta: O
que dizer a respeito daqueles que tomam sannyas em Puna para
depois abandoná-lo quando retornam ao ambiente de casa?
Eles nunca tomaram
sannyas. Uma vez que você toma sannyas, ele não pode ser
abandonado. Não se trata de algo que possa ser abandonado. Ele é
um marco, é uma experiência que vai fundo dentro de você e se
torna o seu próprio coração. Ele penetra você.
O sannyas não é
apenas as roupas laranja e o mala. Isto é apenas simbólico.
Sannyas é algo totalmente diferente, é ir muito mais fundo. Ele
não está nas roupas. Uma vez que você toma o sannyas é impossível
abandoná-lo – mas o X da questão é saber se você o tomou. Se
você consegue abandoná-lo, isto simplesmente demonstra em
primeiro lugar que você nunca o tomou. E se você não tomou o
sannyas, você não será beneficiado por ele. Então,
naturalmente a mente lhe dirá, ‘Qual o sentido disto? Por três
meses você tem sido um sannyasin, e nada aconteceu? Por que não
abandonar isto?’
E nada aconteceu
porque desde o princípio você não estava nele. Você não era
um participante, você estava sendo um enganador, você estava
sendo diplomático.
Por favor, não seja
diplomático aqui. Este é um relacionamento íntimo, por favor, não
traga qualquer tipo de esperteza entre você e eu. Comigo, seja
simples, inocente, e então milagres são possíveis. Você tem
direito a milagres. Mas a não ser que você os permita, eles não
poderão acontecer. Eles só podem acontecer com a sua cooperação.”
Osho – The Book of Wisdom – capítulo 6 – pergunta n° 2
Tradução: Sw. Bodhi
Champak
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