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Conexão
Brasil
julho de
2007
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Boatos, mentiras e mal entendidos costumavam
circular a respeito do Osho e de sua comuna, quando
ele estava vivo. Depois de seu passamento não foi
diferente.
De vez em quando surgem boatos e agora
eles se espalham pela internet. Assim,
há poucas semanas, circulou um email indicando um link
que “desmascarava” os supostos “usurpadores do
poder”. O foco eram os
coordenadores do Resorte e da Osho International.
Metade das informações são verdadeiras, e já
constam há vários anos do site oficial www.osho.com
. Não são segredos. Acusam
a Osho International Foundation de deter os direitos
sobre uma série de itens do legado do Osho. O que é
verdade
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e foi cedido pelo próprio Osho ainda na fase de
Puna I quando ele era Rajneesh. Quem quiser saber essas
“verdades” não precisa consultar o tal link, basta
acessar a página da Osho Global Connections:
http://www.osho.com/Content.cfm?Area=magazine&Sub1Menu=aboutoi&Sub2Menu=globalconnections
e clicar em "Informations for Osho Centers" ou
em "Copyright, trademark and licensing".
Verá que a "grande descoberta" que o autor
desse link fez nada mais foi do que sensacionalismo em
torno de algo que sempre esteve às claras. Só não
encontrará as suposições maldosas de que as cinzas do
Osho foram retiradas às escondidas do Samadhi, que o
Resorte está sendo vendido, que a Osho International
Foundation é uma entidade que pertence ao Jayesh e
alguns amigos do Circulo Interno, os quais estariam
embolsando os ganhos dos royalties dos livros e vídeos,
além de serem agentes da CIA com a missão de destruir
a comuna, e várias outras sandices.
Para
se ter uma idéia como essa boataria sem fundamentos é
antiga, vejamos. no primeiro texto abaixo, o que Osho
nos contou na série The Dhammapada, ainda em Puna I,
antes de ir para os Estados Unidos: |
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Verdades
e Mentiras
em torno do Osho e de sua comuna
“Os jornalistas vivem criando sensacionalismos.
Qualquer notícia, somente é notícia quando é
sensacionalista. Eles vivem em cima de boatos e têm que
criar boatos muito picantes. Eles não têm qualquer
interesse na verdade, porque a verdade nunca é
novidade. A verdade é muito antiga, ela sempre é a
mesma. Ela foi dita por Buda, foi dita por Jesus e por
todos aqueles que a conheceram. Ela não é algo novo.
Como ela pode ser novidade?
Eles vêm aqui em busca
de notícias. Eles têm que inventá-la e é realmente
interessante o quanto as pessoas conseguem ser
inventivas.
Há poucos dias, eu
estava lendo uma matéria numa revista do Punjabi a
respeito desta comuna, deste ashram. O jornalista dizia
que ele esteve aqui por quinze dias, hospedou-se na
comuna e tudo o que ele estava escrevendo era baseado em
sua própria experiência. Porque ele começou o seu
artigo dessa maneira, eu fiquei interessado: o que será
que ele viu? Então eu segui em frente. Normalmente eu não
leio o que os jornalistas ficam escrevendo, é impossível.
Nós temos aqui um grande departamento de imprensa para
cuidar disso, pelo menos trinta pessoas continuamente lêem
e colecionam o que está acontecendo por todo o mundo,
em todas as línguas. Muita coisa é publicada e é
impossível para mim acompanhar tudo. Mas, como aquele homem
disse que, ‘Eu estive no ashram por quinze dias’, eu
quis ver o artigo. E fiquei pasmo!
Ele diz que o ashram ocupa mais de vinte e cinco mil
quilômetros quadrados (NT: = 2.500 campos de
futebol). E no momento em que você entra no portão,
a primeira coisa que se vê é uma grande estátua feita
em mármore branco de uma mulher nua! E como raramente
eu vou ao portão, eu perguntei à Laxmi, ‘O que
aconteceu? Onde está essa estátua?’
Ele disse que existem lagos artificiais, cachoeiras
artificiais e milhares de sannyasins nadando nus no
lago. E que existe um salão subterrâneo com ar
condicionado que acomoda dez mil pessoas sentadas. Toda
manhã eu dou uma palestra nesse salão subterrâneo.
Então vocês devem estar sentados num salão subterrâneo,
com ar condicionado. E não era só isso, todos os discípulos
tinham que se sentar absolutamente nus! Sintam suas
roupas agora – se vocês acham que estão usando
roupas, vocês estão enganados. Todos vocês estão
nus.
Essas pessoas
investem muito na criação de boatos. É assim que se
vendem jornais e revistas. Eles nada têm a ver com a
verdade. Aquele homem nunca esteve aqui.
Eles não conseguem
compreender o que acontece aqui por duas razões.
Primeiro: se eles compreenderem, eles não serão
capazes de escrever coisa alguma. Isto já aconteceu a
uns poucos jornalistas. Aqueles que compreenderam, se
tornaram sannyasins, e esqueceram tudo a respeito do que
iriam escrever. Eles vieram para escrever, mas agora
eles decidiram não ir mais embora, decidiram ficar.
Não apenas
jornalistas... Aqui existem detetives de muitos paises e
alguns chegam mesmo a se tornar sannyasins. E eles me
confessam que vieram aqui como espiões, mas agora eles
compreendem o que está acontecendo aqui e querem fazer
parte da comuna.
Se um jornalista for e relatar exatamente o que ele viu,
ninguém irá acreditar nele. Isto foi o que aconteceu
com o Satyananda. Ele veio como jornalista de uma famosa
revista alemã, STERN, para fazer uma matéria e então
ele se tornou sannyasin. Ao se tornar sannyasin, um
grande problema foi criado. O pessoal com o qual havia
trabalhado por muitos anos – o editor chefe e os
outros editores – ficou achando que ele tinha sido
hipnotizado. Por vários meses ele tentou arduamente
convencê-los de que não estava hipnotizado, mas eles não
o ouviram. Eles não estavam mesmo preparados para
publicar o que ele tinha escrito. Eles disseram, ‘você
está muito influenciado, perdeu todo o bom senso.’ E
mesmo depois de alguns meses de argumentação quando
eles concordaram em publicar, metade do artigo foi
cortado, de maneira que o contexto ficou perdido, o todo
ficou perdido, ele se tornou apenas um fragmento.
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Em primeiro lugar, o jornalista vive de boatos. Ele não
vem aqui para me compreender, ele vem aqui para me
compreender erradamente, este é o seu investimento. Em
segundo lugar, as pessoas que se tornam jornalistas –
não todas, mas quase noventa e nove por cento das
pessoas que se tornam jornalistas – são pessoas muito
pouco criativas. Na verdade, quem consegue criar, cria;
e quem não consegue criar, critica. Pessoas não
criativas se tornam grandes críticos.
É fácil criticar
poesia, mas é difícil escrever poesia. É fácil
criticar uma pintura – você pode criticar Picasso,
mas não consegue pintar como Picasso. É fácil
criticar tudo”
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Outra coisa que de vez em quando acontece, desde que a comuna era o Ashram e
até agora que é o Resorte, são as reclamações contra as atitudes
tomadas por quem está na coordenação. Também
vale a pena saber o que Osho disse a alguém que foi
criticar a Laxmi, que na época era a sua secretária
que resolvia as mil e uma questões que surgiam
diariamente no ashram. The Diamond
Sutra – capitulo 8 – pergunta n° 5:
Osho,
Outro dia, eu ia passando pelo portão com um sannyasin
indiano e ele foi mandado embora pelo guarda, sem lhe
dar qualquer explicação. Quando eu fui falar com a
Laxmi a respeito, ela mais ou menos me disse para eu me
preocupar com a minha vida. Sempre que eu vejo pessoas
sendo tratadas injustamente, minha reação imediata é
de lhe prestar alguma ajuda. É verdade que não é da
minha conta o que acontece com as outras pessoas?
"A pergunta é da Ma Deva Tulika.
Isto é muito importante
para todo mundo que está presente aqui, e para todo
mundo que de alguma forma vai estar relacionado comigo.
Tudo o que acontece nesta comuna, acontece de acordo
comigo. Eu sei quem está sendo mandado embora do portão.
E o homem que foi mandado de volta sabe porque ele foi
mandado embora. E não é um assunto seu entrar nessa
história.
Isto você tem que
compreender muito bem, que tudo o que acontece aqui…
Eu posso nem sair de meu quarto, eu nunca saio, a não
ser de manhã e à tarde, e eu nunca fico andando pelo
ashram – mas qualquer coisa que acontece aqui, eu
estou sabendo perfeitamente, acontece de acordo comigo.
Por favor, não interfira.
Existem algumas pessoas
como a Tulika que estão constantemente interferindo no
trabalho. Quem é você para julgar o que está certo e
o que está errado? Se você já sabe tudo, então não
precisa estar aqui, você já se tornou iluminada – vá
para casa.
Este não é um assunto
seu, decidir o que é justo e o que é injusto. Este não
é um lugar comum onde as coisas comuns possam ser
aplicadas. Alguns experimentos extraordinários estão
acontecendo aqui. Eu sei qual é a necessidade de alguém.
Se eu sentir que aquele alguém tem que ser recusado no
portão, ele será recusado. Se eu sentir que nenhuma
explicação terá que ser dada, então nenhuma explicação
será dada. Esse é um artifício meu para a vida dele e
para o trabalho dele.
Você não deve entrar
nisso. Se você começar a entrar nisso, irá apenas
perder a sua oportunidade de crescimento. Os guardas têm
as suas obrigações, eles sabem o que estão fazendo. E
eu estou em contato com eles, com o que eles estão
fazendo. Você simplesmente fique de lado.
Este não é um lugar
comum. Tudo é cuidado, e se alguém precisar de uma
cacetada na cabeça, ela lhe será dada. E você não
deve impedir isto senão você estará entrando no
crescimento dele também, você estará dificultando o
caminho dele e dificultando o seu próprio. E você pode
ficar desnecessariamente agitada com isto.
Existem algumas pessoas,
e Padma Sambhava é uma delas. Elas continuam me
escrevendo que isto aconteceu e que alguém fez aquilo e
que aquela outra coisa não deveria ser assim. Aqui você
não é quem decide o que deve ser e o que não deve. No
momento em que você se torna parte de minha comuna, você
deixa tudo por minha conta, de outra maneira o trabalho
será impossível.
Eu conheço o homem que
foi recusado e eu sei porque ele foi recusado – e ele
também sabe o porquê. Não há qualquer explicação
para lhe ser dada, nenhum motivo. Existem mil pessoas
chegando e para todo mundo terá que ser dadas as
explicações e motivos sobre tudo? A Laxmi está
certa.
E lembre-se sempre que a
Laxmi nunca faz algo por conta própria. Ela é um veículo
perfeito. É por isto que ela foi escolhida para esse
trabalho. Eu não posso escolher a Tulika para esse
trabalho, porque ela tem suas idéias próprias a
respeito do que é certo e o que é errado. A Laxmi não
tem idéia alguma. Ela simplesmente escuta e faz. O que
for dito ela faz.
E você tem que aprender
essas coisas, porque logo nos tornaremos uma comuna bem
maior e milhares de pessoas estarão vindo e estas
coisas têm que ser estabelecidas. Você não deve ficar
trazendo essas coisas para mim. Você está sempre
escrevendo questões: ‘alguém fez isto...’ Cabe a
mim cuidar dessas coisas e se eu achar que não está
certo, será impedido. Você não precisa trazer nem
para minha informação. Você está desperdiçando o
meu tempo.
E você fica tão
agitada... Existem algumas pessoas tolas que renunciaram
aos seus sannyas porque viram alguma coisa injusta que
estava sendo feita. Eles estão simplesmente perdendo a
oportunidade. Não era um assunto delas. Você veio aqui
para o seu próprio crescimento. Essa aceitação tem
que ser total, somente então o trabalho será possível,
somente então eu poderei ajudar você. Por favor, não
me dê sugestões. No momento em que você me dá sugestões,
você se desconecta de mim.
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Isto não vai ser uma democracia. Você não será
consultada sobre o que deve ou não ser feito.
Isto deve ser lembrado desde o início, que esta
comuna não vai ser uma democracia. O seu voto
nunca será pedido. Você se torna parte dela
sabendo disso, que tudo o que eu decidir é
absoluto. Se você não quiser deste jeito,
sinta-se feliz em poder ir embora.
As pessoas são
impedidas de entrar, mas ninguém é impedido de
sair. Você pode ir embora. Você já viu
pessoas sendo impedidas de sair? A saída é
perfeitamente livre – você é livre e esta é
a sua decisão. Se você quiser estar aqui, você
tem que estar totalmente aqui. Se você sente
que este não é o lugar para você, que as suas
idéias não estão sendo satisfeitas, que isto
não está de acordo com você, sinta-se livre
para ir embora.
Este lugar nunca será de acordo com você. Este
lugar é para mudar você, não para estar de
acordo com você. Este lugar será uma
transformação para você. E estes são os
primeiros passos. Quem é você para saber o que
é certo e o que é errado? Quem é você para
pedir explicações? Como você entrou aqui?
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O indiano que foi recusado, se ele quiser perguntar, ele
virá e perguntará. Ele não perguntou porque ele sabe,
já lhe foi dito porque ele está sendo recusado. Ele já
criou uns aborrecimentos por aqui. Mas essas coisas não
são para serem questionadas por todo mundo. E não é
bom que seja dito para todo mundo o que foram esses
aborrecimentos. Isso seria desrespeitoso para com ele. Já
foi dito a ele e ele compreendeu porque ele sabe o que
fez.
Agora, você de repente
se lança nesta questão. Você acha que está fazendo
um grande trabalho, prestando um grande serviço. Você
acha que está salvando alguma pessoa de alguma injustiça.
Você não conhece a história toda. E você não
precisa conhecer a história toda, porque, quem estará
aqui para contar para você todas as histórias de todo
mundo? Você decide apenas a respeito de si mesma.
Este é um lugar onde
muitas coisas nunca serão de acordo com você. Você
terá que entrar em sintonia com as coisas. Se você
acha que isto não é possível para você, sinta-se
livre para ir embora.
E deixe que este seja o
seu último questionamento. Muitos questionamentos têm
chegado a mim. Algumas pessoas participam de um grupo e
me escrevem, ‘Por que tem tanta violência no grupo de
Encounter?’ E isto veio de uma facilitadora de grupos,
uma mulher que tem sido facilitadora de grupos. Ela
participou um ou dois dias de um grupo de Encounter e
abandonou.
E foi ela que pediu para
fazer o grupo. Eu não ia lhe recomendar o grupo de
Encounter, eu ia lhe recomendar outros grupos, mas ela
pediu, ‘ eu quero fazer o Encounter’. Então eu
disse, ‘Ok’. Mas quando eu disse ‘OK’ você
deveria ter entendido o que eu quis dizer. Eu quis dizer
que então é você quem decide.
Ela pensa que sabe das
coisas porque é uma facilitadora de grupos. Ela tem
facilitado grupos e por isto ela pensa que sabe. E eu
soube naquele exato momento que ela não seria capaz de
passar pelo grupo, porque o grupo de Encounter que
acontece aqui é o melhor do mundo neste momento. Em
nenhum outro lugar tal liberdade absoluta é
permitida.
No Ocidente, o grupo de
Encounter tem limitações, porque o facilitador do
grupo tem limitações. Ele só consegue ir até certo
ponto. Quando ele vê que as coisas estão se tornando
difíceis, que agora ele pode não ser capaz de
controlar, que as coisas foram longe demais, que ele
pode não ser capaz de trazer as pessoas de volta, então
ele impede de ir além. Aqui nós não acreditamos em
quaisquer limitações.
Eu só envio pessoas para
o grupo de Encounter quando eu vejo que elas
compreenderam que agora elas têm que ir além de todas
as limitações – limitações de sexo, de violência,
de raiva, de fúria. Elas têm que quebrar todas as
limitações. Este é o ponto de ruptura, quando todas
aquelas limitações são quebradas.
Agora a mulher está com
muito medo, ele está contra o grupo. E ela me
perguntou, ‘Por que você permite tal violência?’
Isto não é um assunto seu. Se você não era capaz de
participar do grupo, não se inscrevesse nele, mm? Você
pode fazer algum grupo não violento – Zazen,
Vipassana. Nós temos todos os tipos de brinquedo aqui
em volta. Mm?
Você pode escolher.
Mas não continue
me escrevendo. Tudo o que acontece aqui, está
acontecendo com o meu conhecimento. Nenhuma simples
coisa acontece aqui sem que eu saiba, assim você não
precisa me informar sobre essas coisas, eu já sei
delas. É um puro desperdício de tempo.
E no momento em que você
se entrega e se torna uma iniciada, uma sannyasin, essa
entrega tem que ser total. Viva simplesmente alguns
meses em total entrega e você verá – ela é alquímica,
ela transforma você.
As pessoas novas chegam e
pensam, ‘Qual é o problema? Os sannyasins antigos não
interferem. Alguém está sendo barrado pelo guarda e os
sannyasins antigos simplesmente continuam passando. O
que aconteceu com aquelas pessoas? Será que eles
compreendem ou não que isto não está certo? Eles se
tornaram apáticos e indiferentes?’
Não, eles aprenderam e
da mesma maneira que você. Pouco a pouco eles
aprenderam que tudo o que acontece está acontecendo de
acordo com um plano, um artifício. Existem alguns
motivos ocultos aqui. E ninguém exceto eu sabe o que é
esse motivo oculto. Por isto você não pode ir até a
Laxmi, ela não sabe. Ela simplesmente me pergunta o que
é para ser feito e ela faz. Você não pode perguntar
ao Sant no portão ‘O que você está fazendo?’ Ele
simplesmente faz o que lhe é dito para fazer.
Se você quer ser parte
desta comuna, terá que entender isto. Você terá que
relaxar, terá que parar de julgar. Logo, depois de
poucos meses de relaxamento e aceitação, você será
capaz de compreender aquilo que aconteceu com os
sannyasins antigos – eles agora compreendem. “
Os textos acima foram traduzidos por Sw. Bodhi
Champak.
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